Proposta pedagógica de Jesus é destaque no primeiro dia de oficinas do 10º CERS

Entre os objetivos da primeira oficina “Jesus – o educador”, a proposta pedagógica de Jesus teve destaque para os congressistas e oficineiros ao longo deste sábado (12), em dois momentos.

No decorrer do dia, os congressistas foram convidados a refletirem sobre o amor a Deus, ao próximo e a si mesmo e como utilizá-los no dia-a-dia. Além disso, por meio da conduta espírita, houve uma sensibilização para a autoeducação.

A congressista, Rosane Marli Diesel, funcionária pública que atua no Hospital Universitário de Santa Maria, destaca que encontrou nas oficinas um ambiente acolhedor, que possibilitou a troca de aprendizado e a interação entre as pessoas. Rosane lê muito sobre Jesus, diz ter ele como modelo e mestre. Ressalta que a música trabalhada durante a oficina, Semeador de Claridades, do grupo de arte espírita Clave de Sol, foi um momento de emoção e comoção do grupo que participou.


Já Irineu José Venter, um dos oficineiros deste sábado, ressaltou que as pessoas estavam relembrando os ensinamentos de Jesus por meio da atividade. Para ele, estes momentos propiciaram a compreensão de que Jesus é o grande educador das almas. Venter diz que a partir deste espaço de diálogo, começamos a compreender a proposta de Jesus, que é amor incondicional a todos. O oficineiro agradece aos organizadores pelo carinho e amorosidade com que foi preparado para realizar a oficina no dia de hoje.


As oficineiras Elisangela Dias de Toledo e Tatyanna Moraes vieram do Paraná para colaborar nas oficinas e participar desta edição do Congresso. Ambas destacaram a organização da preparação para as oficinas e o evento, gravação, material descritivo, registro, certamente um diferencial da equipe de trabalho do Rio Grande do Sul. Também ressaltaram que a Federação Espírita do Rio Grande do Sul é inovadora e uma instituição de vanguarda, e que aprendem muito com a federativa.


Larissa Carvalho, uma das quatro organizadoras da proposta realizada neste sábado, relembra o processo de envolvimento dos oficineiros com a atividade. Eles foram convidados há um ano e meio. Em seguida, foram realizados treinamentos mensais, com até quatro horas de duração. Larissa afirma que o Ciclo de Aprendizagem Vivencial e a experiência foi construída de forma coletiva, destacando a preparação com referencial teórico. A preparação também conta com o treinamento, que possibilita ao oficineiro vivenciar a experiência como congressistas, buscando ajustes finais para que as pessoas pudessem ser sensibilizadas.

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Área de Comunicação Social Espírita

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